Quando o assunto é inteligência artificial, muitas empresas que usam Protheus imaginam que será necessário um projeto enorme, caro e arriscado para começar. Na prática, os ganhos mais rápidos costumam vir de processos pequenos e bem delimitados, não de uma reformulação completa do sistema.
O primeiro passo é mapear tarefas repetitivas que já existem hoje: triagem de e-mails, classificação de pedidos, leitura de documentos, respostas padronizadas a clientes. Esses processos costumam consumir várias horas da equipe todos os dias, e raramente exigem decisões complexas — exatamente o tipo de tarefa que a IA consegue assumir com segurança.
Depois de identificado o processo, o próximo passo é entender onde ele se conecta ao Protheus: é uma rotina que gera um pedido, um cadastro, uma movimentação de estoque? Esse ponto de conexão é o que define a complexidade real do projeto, mais do que a tecnologia de IA escolhida.
Por fim, vale começar pequeno e medir resultado. Um piloto bem definido, rodando em paralelo ao processo manual por algumas semanas, costuma ser a forma mais segura de validar o ganho antes de expandir para outras áreas da empresa.